
A grande graça da Virada Cultural é poder olhar o centro de SP sob um prisma diferente. O cheiro de xixi é o mesmo de dias normais. Mas como fica bonito ver tanta gente em pontos históricos se divertindo. Parece que quebra um pouco o estigma de local perigoso. E com certeza foi excelente no quesito segurança, ao contrário do show dos Racionais no último ano.
O percurso feito pela madrugada não foi o pensado. É impossível ver tudo que se planeja. Então, decidimos ao menos passar em vários lugares, todos os possíveis. E sem ficar só em show, show, show, pq show de graça têm aos montes, agora teatro e ballet, nem tanto.
Das 22h de sábado às 3h30 da manhã de domingo e depois das 9h às 14h:
- Palco independente: não lembro as bandas, mas eram ruins, senão eu me lembraria;
- Techno, Psy, e todas as variações de música eletrônica. Um palco muito bom contava com a participação dos djs das casas noturnas de SP, como Inferno, Vegas, Outs, Funhouse, Sarajevo, e por aí vai...
- Teatro "O beijo no asfalto". Meio bagunçado, som meio baixo, meio bom, meio ruim. Assistimos um pedaço do anterior, com umas fitas, a mulher saiu enrolando todo mundo em barbantes, ai, odeio interação;
- Teatro Mágico: Muvuca, narizes de palhaço, gente fedidinha e cheirando vinho azedo. Depois dizem que chatos são os fãs de LH. Mesmo assim, eu gosto;
- Teatro Municipal: Márcia, Eduardo Gudin e Paulo César Pinheiro – O Importante é que a nossa emoção sobreviva (1974). O Teatro é legal por dentro, nunca tinha entrado, e confesso que peguei a fila mais para conhecê-lo do que pelo show: fui surpreendida: a apresentação foi excelente!

- Ballet Stagium: acho que teria gostado mais da Ana Botafogo!
- Roda de Capoeira 24h...paranauê, paranauê paraná
Certamente esqueci de alguma coisa....bom, dane-se. Essa não foi a melhor parte da Virada. O melhor foi um grande amigo que encontramos domingo à tarde....uhhhh, suspense, só para as pessoas voltarem e lerem meu blog. Preciso de audiência, gente!!
=)